Muita gente deve ter ido dormir lembrando dessas palavras da Mayumi. E acordado sem acreditar no despertador, que marcava 05:00, 06:30, dependendo do caso. Mas tudo bem, afinal, era dia de ensaio de Nanchu Soran no Sambódromo.
Antes, uma lembrança. Anos atrás, o Oasis estava vindo ao Brasil para alguns shows. Antes de vir, entrevistaram Noel Gallagher e perguntaram o que ele estava achando de vir tocar no Brasil. Ele disse algo como: “Vamos tocar em um lugar que se chama Sambadrome. É um nome bem legal, hein?”.
Eu, que não sei tocar guitarra nem tenho costeletas compridas, nunca havia imaginado ir ao Sambódromo. Estava um dia bonito e fazia tempo que não tomava tanto sol.
Infelizmente, o grupo não pôde estar completo para o ensaio – faltaram seis pessoas.
Quando chegamos, Kawazoe sensei estava organizando os grupos. Formamos filas, andamos para lá, depois para cá e fizemos fila de novo. No estacionamento, tivemos um primeiro ensaio de Nanchu junto com os outros grupos, já mais ou menos em posição.
Depois de mais alguma correria, nos posicionamos para ensaiar na pista do Sambadrome. Era para a gente buscar alguma referência. (A minha é a primeira janela da casinha lá, logo que a gente entra).
Ensaiamos também Bon Odori e Soran Bushi, o que foi muito bom também.
Depois, quando acabou a sessão da manhã, fizemos uma mini-reunião. Arigatou para as mães, que prepararam e levaram um ótimo almoço.
Já temos outro ensaio desses marcado, mas será uma simulação do dia mesmo – inclusive para a produção acertar os microfones e o rádio. Se você, Ishin, não foi, recomendo que vá, porque é muito diferente ensaiar lá, que tem o espaço muito maior. Senti que foi menos difícil encontrar o posicionamento.
E, na volta, alguns pegaram o metrô no sentido certo, mas a maioria foi no contrário mesmo.
